Arquivo do dia: outubro 22, 2008

Poesia

A SERPENTE

 

 

Da beleza és inimiga:

Tua crueza castiga

A mulher que for amiga:

Cleópatra, Eva, Eurídice,

E mais umas que eu não disse.

 

Guillaume Apollinaire

 

Guillaume Apollinaire nasceu em Roma, em 1880, filho de uma nobre polaca e de pai desconhecido (possivelmente um oficial italiano com quem a mãe vivia na época do seu nascimento). A infância e adolescência de Guillaume e do seu irmão, Albert, repartiram-se por várias cidades, obedecendo à errância amorosa da mãe: Roma, Paris, Mônaco, Cannes e Nice.

 

Aos 20 anos, instalado em Paris, interessou-se por literatura e política, revelando simpatias anarquistas. Começou a procurar emprego. Também nessa altura, inicia a escrita novelas eróticas para sobreviver. Nos anos seguintes, viajou até à Áustria, Alemanha e Inglaterra. Por volta de 1901, quando trabalhava como preceptor de uma família alemã, conheceu e apaixonou-se por Annie Playden, a governanta inglesa. Este amor não correspondido inspirou-o a escrever «A canção do mal amado».

 

Entre 1902 e 1907 publicou contos e poemas em várias revistas (incluindo a portuguesa O Portugal Futurista). Entre os seus amigos de Paris dessa altura, contam-se Picasso, Rousseau e Delaunay, entre outros.

 

Em 1911, foi preso por suspeita de roubo de umas estatuetas fenícias do Louvre. Em 1913, publicou Alcools, uma recolha do seu trabalho poético desde 1898.

Alistou-se no exército francês em 1914, e partiu para a guerra (uma ocasião que lhe serviu para se declarar «francês genuíno» e servir a sua pátria). Combateu na Cavalaria, e mais tarde passou à Infantaria.

 

Para não perder a veia poética, trocava abundante correspondência com os amigos e a mais recente paixão não correspondida, Louise de Coligny-Châtillon (ou «Lou», como lhe chamava nos poemas). Acabou por ser ferido na cabeça pela explosão de um obus.

 

Depois de se recuperar, e já em Paris, voltou ao trabalho: levou à cena a peça Les Mamelles de Tirésias e publicou Calligrammes. Em 1918, casou com Jacqueline Kolb (a «linda ruiva» do último poema de Calligrammes), mas enfraquecido pela ferida de combate, morreu em Novembro desse ano, de gripe espanhola.

 

Tinha 38 anos. Foi enterrado no cemitério de Père Lachaise, enquanto pelas ruas de Paris se festejava o fim da guerra.

Crise no Brasil

MP da estatização criou desconfiança

 

O governo deu um tiro no pé hoje com a Medida Provisória que permite aos bancos públicos comprarem bancos privados e cria uma empresa de participações acionárias da Caixa. A medida teve duas interpretações negativas e não necessariamente excludentes. E foi isso que explicou o dia com circuit breaker, juros explodindo e risco escalando.

 

A primeira interpretação é que o governo está cedendo à sua compulsão estatizante de sempre. E claramente está. Tanto que está desnecessariamente empurrando a Caixa para ser sócia de empresa imobiliária, mesmo sem haver um problema no setor. Pode acabar sendo criado por medidas que retirem a confiança nas empresas.

 

A pior é a de que há problemas maiores no sistema financeiro do que se sabe até agora. Essa interpretação é mais paranóia que fato, mas foi alimentada porque o governo tem tomado uma decisão por dia para ajudar os bancos com supostos problemas: permitiu o uso do compulsório para bancos pequenos, mudou regras de redesconto aceitando qualquer ativo como garantia, permitiu o uso do compulsório para comprar bancos médios, incentivou o Banco do Brasil e a Caixa a serem os primeiro a comprar carteira e agora baixou uma MP para que BB e Caixa comprem bancos.

 

Como o mercado no mundo inteiro já está paranóico, isto bastou: o risco Brasil foi a 650 pontos e os juros futuros explodiram, a Bovespa teve circuit breaker.  Rumores circularam de que existem fundos e bancos com problemas.

 

Caixa e Banco do Brasil passaram o dia dando entrevista para tentar acalmar, explicando as medidas. Algumas explicações pioraram, como a de que na Caixa serão usados recursos do FGTS para essa aventura de comprar ação de empresa imobiliária.

 

Mais um dia como hoje e o governo cria uma crise que não existe. Crise no Brasil

MP da estatização criou desconfiança

 

O governo deu um tiro no pé hoje com a Medida Provisória que permite aos bancos públicos comprarem bancos privados e cria uma empresa de participações acionárias da Caixa. A medida teve duas interpretações negativas e não necessariamente excludentes. E foi isso que explicou o dia com circuit breaker, juros explodindo e risco escalando.

 

A primeira interpretação é que o governo está cedendo à sua compulsão estatizante de sempre. E claramente está. Tanto que está desnecessariamente empurrando a Caixa para ser sócia de empresa imobiliária, mesmo sem haver um problema no setor. Pode acabar sendo criado por medidas que retirem a confiança nas empresas.

 

A pior é a de que há problemas maiores no sistema financeiro do que se sabe até agora. Essa interpretação é mais paranóia que fato, mas foi alimentada porque o governo tem tomado uma decisão por dia para ajudar os bancos com supostos problemas: permitiu o uso do compulsório para bancos pequenos, mudou regras de redesconto aceitando qualquer ativo como garantia, permitiu o uso do compulsório para comprar bancos médios, incentivou o Banco do Brasil e a Caixa a serem os primeiro a comprar carteira e agora baixou uma MP para que BB e Caixa comprem bancos.

 

Como o mercado no mundo inteiro já está paranóico, isto bastou: o risco Brasil foi a 650 pontos e os juros futuros explodiram, a Bovespa teve circuit breaker.  Rumores circularam de que existem fundos e bancos com problemas.

 

Caixa e Banco do Brasil passaram o dia dando entrevista para tentar acalmar, explicando as medidas. Algumas explicações pioraram como a de que na Caixa serão usados recursos do FGTS para essa aventura de comprar ação de empresa imobiliária.

 

Mais um dia como hoje e o governo cria uma crise que não existe.

 

Fonte: Míriam Leitão

Pesquisas de opinião

 

 

Kassab bate Marta com 18% (Datafolha)

ou 17% (Ibope)

 

Marta cai e Kassab amplia 17 pontos de vantagem sobre petista, segundo pesquisa Ibope; pela pesquisa Datafolha, são 18 pontos de diferença.

 

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) está 17 pontos à frente da candidata Marta Suplicy (PT), segundo levantamento Ibope contratado pelo Estado e pela TV Globo e divulgado nesta quarta-feira, 22. Kassab tem 53% e Marta, 36%. Na última sondagem, em 15 de setembro, Kassab estava 12 pontos à frente de Marta, marcando 51% a 39%.

 

Na computação dos votos válidos – que não inclui os eleitores que pretendem votar em branco ou anular -, a pesquisa Ibope apurou 60% para Kassab e 40% para Marta. Brancos e nulos somaram 8% e indecisos, 3%.

 

Foram entrevistados 2.002 eleitores entre os dias 21 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos. A pesquisa foi registrada na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo sob o número 6162/08.

 

ESTADÃO

É meu!

Lula manda FAB buscar amigo

 

Em viagem pela África e Índia, semana passada, o presidente Lula mandou outro avião da FAB levar seu melhor amigo, Laerte Demarchi, a Brasília para “bater papo” com a primeira-dama, d. Marisa. Demarchi, da família do ex-prefeito de São Bernardo Walter Demarchi, jamais se envolveu em política e desfruta de antiga amizade com a família Lula. Nem a FAB nem o Planalto comentaram oficialmente o passeio.

 

Cláudio Humberto, jornalista

Marola

Caixa pode comprar ações de construtoras

 

O governo federal autorizou, nesta quarta-feira (22), a Caixa Econômica a comprar a participação acionária de construtoras, segundo informou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A MP 443, publicada no Diário Oficial da União, também autoriza a Caixa e o Banco do Brasil a comprarem participação de instituições financeiras em dificuldades, ou seja, a estatizar instituições privadas.

 

Alexandro Martello, G1-Portal de Notícias

Justiça/SP

Defesa pede liberdade para Marcos Valério

 

A defesa do empresário Marcos Valério (mensalão e outras) entrou com um pedido de habeas-corpus no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo. O pedido será analisado pelo desembargador Luis Stefanini.

 

Vagner Magalhães UolNews

Crise financeira

Bovespa cai mais de 10% e dólar sobe 6,39%

 

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) desabou 10,18%, aos 35.069,73 pontos nesta quarta-feira, após o pregão ter sido interrompido meia hora por cair mais de 10%. A perda acumulada da Bolsa no mês é de 29,21%, enquanto no ano o prejuízo é de 45,11%.

 

 

Não foi só a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) que desabou nesta quarta-feira. As Bolsas no mundo despencaram nesta quarta-feira em função dos rumores de que, além dos Estados Unidos, alguns países da Europa possam entrar em recessão por conta da crise financeira mundial.

 

No câmbio, a cotação do dólar comercial disparou e encerrou o dia em alta de 6,39%, a R$ 2,381 na venda.

 

Cássia Eller – Nós

Lúcia Hippolito

Ela comenta pela CBN o nível das campanhas eleitorais. Clique abaixo para ouvir.

Lúcia Hippolito

Artigo saído n’ O Jornal de Hoje da 2ª feira

Carimbando o 2º turno das eleições

 

 MIRANDA SÁ, jornalista

 www.mirandasa.com

 

            São cinco pólos metropolitanos que centralizam mais de 50% do eleitorado brasileiro: Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, e em nenhuma dessas grandes concentrações de votos trouxe no 1º turno o resultado que o lulismo-petismo esperava.

 

            Por isto, o cenário destas cinco capitais precisa ser acompanhado e analisado. Vejamos a capital baiana. Ali, os soteropolitanos estão literalmente desmotivados. Os disputantes, Walter Pinheiro, petista, e João Henrique, do PMDB, são políticos medíocres e tão medíocres que ambos se dizem “prefeitos de Lula” e estão empatados.

 

            É tão vulgar a campanha dos baianos, que o maior percentual de votos em branco, 12%, demonstra o alto grau de rejeição ao duelo entre iguais. Tão iguais que a Bahia apelidou-os de “candidatos papel carbono”.

 

            Descendo de Salvador para o Sul, o quadro começa a se diferenciar. Nas Alterosas – sou do tempo em que nós, repórteres, chamávamos Belo Horizonte desta forma, enquanto os de lá davam-lhe um tratamento carinhoso, Belô.

 

            O poste nascido do casamento ilegítimo do governador Aécio com o presidente Lula, foi derrotado no 1º turno, surpreendendo os observadores da política mineira e assombrando e constrangendo o oficialismo.

 

            Apoiado federal, estadual e municipalmente, Márcio Lacerda perdeu para Leonardo Quintão, que se apresentou sem padrinhos, como “prefeito do povo”, e agora, nas projeções feitas por especialistas, Quintão passará dos 60 por cento dos votos válidos, e o poste de Lula e Aécio ficará nos 40%.

 

            Lá no Rio Grande do Sul, Porto Alegre retrata bem a reação dos gaúchos à centralização do poder. O desenho do partido único esboçado nas alianças ditas “de esquerda” não é do agrado dos porto-alegrenses. José Fogaça tem 16 pontos percentuais à frente da candidata do PT, Maria do Rosário, apelidada pela povo como “Cara de Alma”.  A projeção do resultado final dá 54% a Fogaça e 40% para Rosário.

 

            No Rio e em São Paulo, o embate está mais radicalizado, mostrando o desespero do lulismo-petismo, desprezado pela vontade popular. A disposição dos cariocas e paulistanos é derrotar os “postes” de Lula, Marta Suplicy e Eduardo Paes.

 

            Isto provoca uma reação em cadeia das coligações governistas translúcida, que se anula por si só. A aflição colérica de Marta ficou retratada nas peças de propaganda insinuando que o adversário, o prefeito Kassab, é gay. A sexóloga trocou se passado liberal por votos que apequenam sua imagem.

 

            Entre os cariocas, a baixaria ficou pari-passu com as práticas criminosas dos narcotraficantes e das milícias: panfletos apócrifos contra Fernando Gabeira saíram dos partidos apoiadores de Eduardo Paes. Mantendo a tradição, o povo carioca repudiou a distribuição dessa sujeira.

 

            É a consciência da derrota que dá o tom e a semelhança do esperneio do lulismo-petismo. O “toque peleguista” do Nosso Guia aparece claramente na panfletagem insidiosa do Rio de Janeiro e na invasão da privacidade do adversário em São Paulo.

 

            Para maior afirmação dos anseios democráticos do povo brasileiro, a baixaria do partido único na reta final do 2º turno provoca uma reversão das expectativas. Os métodos de conduta do peleguismo não produzem o mesmo efeito do assembleísmo sindical.

 

            Talvez por isso frações do sindicalismo adulterado apelem em São Paulo para a greve armada. É a solução final orientada pelas declarações arrevesadas de Lula da Silva afirmando que Marta sairia vitoriosa na eleição.

 

            Como sempre – quando não diz que não sabe de nada – Lula da Silva apresenta desmentidos. No caso da greve dos policiais paulistas, porém, é impossível negar a agitação feita por Paulinho da Força, pelo presidente do diretório municipal do PT e por vários dirigentes da CUT, cujas caras aparecem em filmagens de várias emissoras de televisão.

 

            As pesquisas que estão por vir mostrarão certamente se os eleitores cariocas e paulistanos aprovarão ou reprovarão a guerrilha amoral dos petistas e seus satélites.

 

            Em nome da democracias, da ética e moralidade públicas, espero a vitória da oposição espontânea do povo em Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio e São Paulo para jogar a última pá de cal nos sonhos continuístas do Pelegão.

 

 

 

 

 

 

Opinião

O pleito de 5 de outubro deixou claro que o brasileiro sabe separar o cenário federal do estadual e este, do municipal. Isso significa que o apoio em um nível não é decisivo em outro.

 

Antonio Penteado Mendonça, jornalista

Frase da vez_1/22

“Nem todos os que estão com Eduardo Paes são o que há de pior na política do Rio. Mas o que há de pior na política do Rio e de outros estados está com Eduardo Paes, a exemplo de José Dirceu”.

 

Augusto Nunes, jornalista

Ética petista

Tarso usa greve e Eloá na política

O ministro da Justiça, Tarso Genro, acirra a rixa PT-PSDB: além de receber policiais grevistas de SP, criticou o governador José Serra no caso da jovem Eloá Pimentel.

Eleições/SP

Marta pede que eleitor compare ‘caráter e ética’

A candidata Marta Suplicy (PT) pediu ontem que o eleitor de São Paulo compare seu comportamento ético com o de Gilberto Kassab (DEM). “A ética do Kassab é a do PFL, que foi varrido do mapa do Brasil”, disse a ex-prefeita em entrevista à Rádio Eldorado. Hoje, o entrevistado será Kassab.

Eleições/Rio

Campanha no Rio divide samba, futebol e praia

A disputa eleitoral mexe com os principais símbolos da cidade. Sambistas, que apóiam Eduardo Paes, dizem que Fernando Gabeira errou ao afirmar que foram “atraídos por uma feijoada”. A família de João Saldanha não gostou de Paes ter chamado o adversário de “comentarista de propostas”. Nem entre surfistas há acordo.

Educação

Formação dos professores é a área crítica do ensino

Relatórios preenchidos sob orientação de técnicos do Ministério da Educação e de universidades pelos municípios com menor Ideb (Índice de Desenvolvimento Básica) do país mostram que a formação de professores é a área mais crítica do setor nessas cidades, informa Ângela Pinho.

Impunidade

Parecer de procurador livra João da Costa

O procurador regional eleitoral, Fernando Araújo, disse que não há elementos que justifiquem a cassação do prefeito eleito do recife. No entanto, reconheceu uso da máquina e pediu multas para João da Costa e João Paulo de cerca de R$ 71 mil.

Desafio

Nepotismo derruba figurão do Senado

O advogado-geral da Casa, Alberto Cascais, foi demitido solenemente pelo presidente Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). “Ele não se mostrou à altura do desafio”, explicou-se Garibaldi, que vem, há dois meses, lutando para que seus pares cumpram a súmula editada pelo STF e demitam os parentes pendurados na folha de pagamentos. trabalhou para garantir os empregos da parentada e acabou demitido.

Rio de Janeiro

Vereador que denunciou tráfico é assassinado

O vereador Alberto Salles (PSC), que durante a campanha denunciou ter sofrido coação de traficantes, foi executado na manhã de ontem no Rio. Ele estava num carro com adesivo da Câmara Municipal quando dois homens armados desceram de outro carro e atiraram. Salles foi atingido por cinco tiros e morreu no hospital.

Nosso dinheiro

BC injetou US$ 22,7 bi no mercado

O Banco Central já injetou US$ 22,7 bilhões no mercado de câmbio, incluindo crédito à exportação, entre 19 de setembro e segunda-feira passada, informou seu presidente, Henrique Meirelles. Desse total, US$ 8,5 bilhões saíram diretamente das reservas internacionais. Mesmo com as intervenções, o dólar subiu 5,62% e fechou a R$ 2,23.

Reviravolta

União vai defender acusados de tortura

A União assumiu a defesa dos coronéis Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir dos Santos Maciel, processados pelo Ministério Público por tortura e morte de presos políticos do DOI-Codi paulista. A ação cobra o pagamento de indenizações às famílias. A defesa deles será feita pela Advocacia-Geral da União. A decisão é uma derrota do ministro Tarso Genro, que defendia a punição aos torturadores.

Marolas

Lula agora admite cortes de verbas

Em forte mudança no tom do discurso, o presidente Lula disse que, se a crise internacional se agravar, reduzindo a arrecadação, ele vai ordenar o corte de verbas nos ministérios. “Não posso assumir o compromisso de que, se houver uma crise econômica que abale o Brasil, a gente vá manter todo o dinheiro dos ministérios”, advertiu. Lula também disse que o capitalismo começa a sentir um “gostinho maior” pelo papel do Estado na economia.

 

Isto é Lula:

“Que crise? Pergunta para o Bush.” (16 de setembro de 2008)“Até agora, graças a Deus, a crise não atravessou o Atlântico.” (22 de setembro de 2008)“Lá, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar.” (4 de outubro de 2008)

“Não posso assumir o compromisso de que, se houver uma crise econômica que abale o Brasil, a gente vá manter todo o dinheiro dos ministérios”. (Ontem)

 

 

 

O GLOBO

Manchetes do dia_22.out.08

O GLOBO – Lula agora admite cortes se crise econômica piorar

 

O ESTADO DE SÃO PAULO – BC já injetou US$ 22,7 bi no mercado e dólar ainda sobe

 

VALOR ECONÔMICO – Empresas procuram saída para crédito escasso e caro

 

TRIBUNA DA IMPRENSA – TRE apreende adesivos contra Gabeira

 

CORREIO BRAZILIENSE – Nepotismo derruba figurão do Senado

 

JH PRIMEIRA EDIÇÃO –Seqüestrada, criança de três anos é libertada em São José

 

ZERO HORA – As sete vantagens do Brasil na crise

 

FOLHA DE SÃO PAULO – Lula já admite cortar Orçamento

 

GAZETA MERCANTIL – BC já injetou US$ 23 bi para evitar recessão

 

JORNAL DO BRASIL – Lula admite cortar gastos

 

DIÁRIO DE NATAL –Laboratório do Giselda é fechado por grevistas

 

ESTADO DE MINAS –  Trânsito mata três crianças por dia e fere 62

 

TRIBUNA DO NORTE – Polícia investiga morte de universitário com tiro de fuzil

 

JORNAL DO COMMERCIO – Parecer de procurador livra João Costa