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Evolução vs Criação – Darwin Estava Errado? Parte Final
fevereiro 12, 2009 · 1 Comentário
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Evolução vs Criação – Darwin Estava Errado? Parte 4 de 5
fevereiro 12, 2009 · Deixe um comentário
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Somos mesmo os mais inteligentes?
fevereiro 12, 2009 · Deixe um comentário
Achar que o ser humano não é superior a nenhuma outra espécie é até razoável. Mas podemos dizer que somos pelo menos os mais inteligentes? Afinal, temos autoconsciência e colocamos bichos na gaiola para serem estudados, e não o contrário. Para os cientistas, isso é relativo.
“Não temos capacidade de avaliar se há outro ser vivo com consciência de si próprio”, ironiza a pesquisadora Maria Isabel Landim, do Museu de Zoologia da USP. “O intelecto nos trouxe inúmeras vantagens: aprendemos a adaptar o ambiente às nossas necessidades, a obter energia para viver, por exemplo”, diz. “Mas até hoje não conseguimos desvendar por completo mecanismos de alguns seres, como formigas e aranhas, que são altamente complexos”.
No livro “Charles Darwin – Em um futuro não tão distante”, que reúne artigos de diversos especialistas, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel brinca com a idéia de que o ser humano já tentou de tudo para justificar seu destaque no planeta.
Uma das apostas para explicar a inteligência humana, por algum tempo, foi o tamanho relativo do nosso cérebro. Mas se a hipótese fizesse sentido, os camundongos, que carregam 10% do corpo na cabeça, dominariam a Terra.
“Nosso cérebro não é maior do que o esperado, nem possui mais neurônios do que o esperado. Por outro lado, podemos dizer que, como outros primatas, somos especiais em relação a outros mamíferos, como os roedores, por exemplo: possuímos muito mais neurônios do que seria esperado para um roedor com a mesma quantidade de cérebro”.
Herculano-Houzel contou ao UOL Ciência e Saúde que, atualmente, estuda o número de neurônios de homens pré-históricos, trabalho que ela faz com colaboração do cientista Jon Kaas, da Universidade de Vanderbilt.
Segundo ela, os ancestrais humanos tinham mais neurônios que gorilas e orangotangos, mas menos que o Homo sapiens. “Talvez graças à presença de tantos neurônios, temos também a capacidade de acumular e transmitir cultura, o que acelera muito nossa capacidade cognitiva, mesmo que tenhamos o mesmo cérebro de duzentos mil anos atrás”, avalia.
E amanhã, é possível que algum primata bem selecionado nos supere? “Uma espécie que evoluísse seguindo as mesmas regras que nós e tivesse ainda mais neurônios no cérebro deveria ser ainda mais capaz em termos cognitivos do que nós, humanos. Aparentemente, isso ainda não aconteceu – mas é sempre uma possibilidade… Só as próximas centenas de milênios dirão!”.
Fonte: Tatiana Pronin/Editora do UOL Ciência e Saúde
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JH1. edição
fevereiro 12, 2009 · 1 Comentário
200 anos de Darwin: Quem refuta a teoria evolucionista?
E-mail: mirandasa@uol.com.br
Comemorando-se mundialmente a Semana de Darwin, eu não poderia me furtar a enaltecer um dos mais dignos pioneiros da ciência moderna, valorizado pelo seu conhecimento da natureza e, principalmente, pela coragem de enfrentar os poderosos dogmas caducos da sua época.
Nascido a 12 de fevereiro de 1809 na Inglaterra, Charles Darwin foi um curioso, fazendo pesquisas sobre animais, plantas e camadas geológicas, reunindo as informações científicas que expôs no seu livro – ainda hoje discutido – A origem das Espécies.
Decorrido mais de um século dessas observações sobre a evolução das espécies, o obscurantismo religioso persiste em combater a revolucionária teoria que rompeu os conceitos da mitologia bíblica em que o homem foi criado a partir de um boneco de barro, vivificado pelo sopro divino.
Historicamente o evolucionismo não começou com Darwin. Antes dele, Newton trouxe uma nova visão do universo, Giovani Battista Vico mostrou que a sociedade e a história humanas são produtos do próprio Homem, e Condorcet estabeleceu que a evolução do Homem foi “um desenvolvimento direcional de estados inferiores para superiores”.
Kant e Laplace levantaram a tese do surgimento do sistema solar a partir da explosão de uma nuvem gasosa; Lyell demonstrou que os continentes e os mares se formaram por um processo gradual; e Buffon, Lamarck e Walace afirmaram que o “criacionismo” era fantasioso.
A acumulação dessas idéias progressistas deu a Charles Darwin a oportunidade de tornar inteligível as evidências de que o Homem é parte da natureza e, como tal, evoluiu através da seleção natural.
Inicialmente, o Cientista chamou a sua teoria da evolução seletiva de Lei de Correlação de Desenvolvimento, que trata da eliminação dos seres e da sua descendência inadaptáveis ao meio ambiente.
Pelo longo prazo do desenvolvimento humano, a sobrevivência e a evolução deram um caráter condicionante e dependente aos elementos biológicos que produzem os resultados genéticos adequados à resistência climática e à destreza mental.
O revolucionário social da economia, Karl Marx, referiu-se à Darwin dizendo que A Origem das Espécies desferiu um golpe mortal na teleologia das ciências naturais. Verdade. Do ponto de vista da ciência contemporânea é quase total o crédito à análise da evolução humana e histórica considerando as condições espacial e temporal das mudanças para a excelência da linha evolutiva.
Charles Darwin publicou dois livros, A Origem das Espécies, em 1859 e A descendência do homem, em 1871. Estabeleceu, para todo e sempre a sistematização da teoria evolucionista, nascendo daí a Antropologia Biológica ou Antropologia Física.
No Brasil, quem melhor reconheceu a importância de Darwin para a história da evolução humana, foi Darcy Ribeiro. Com uma analogia teórico-metodológica dos estudos clássicos da antropologia, Darcy afirmou que apesar das contradições, pequenos detalhes e sutis distanciamentos, é indiscutível uma convergência para a teoria darwinista.
Evolucionistas e neo-evolucionistas estabelecem a lógica comum de que é irrefutável a origem do Homem a partir dos macacos antropóides em oposição às crenças religiosas judaico-cristãs.
Esse abalo provocado nas bases do sobrenatural expõe os motivos da perseguição movida contra o darwinismo desde “o lançamento da pedra fundamental da ponte que liga a nossa compreensão do destino do átomo à do destino do Homem” na magistral colocação do cientista Theodosius Dobzhansky.
Aliás, é Dobzhansky que no seu trabalho O Homem em Evolução, destrói incisivamente a afirmação de que Darwin teria escrito que o Homem descende dos gorilas, quando na verdade a proposição darwinista é de que homens e gorilas descendem de ancestrais comuns.
MIRANDA SÁ, jornalista
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Evolução vs Criação – Darwin Estava Errado? Parte 3 de 5
fevereiro 12, 2009 · 1 Comentário
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Bicentenário de Darwin
fevereiro 12, 2009 · Deixe um comentário
Infância e educação
Charles Darwin nasceu na casa da sua família em Shrewsbury, Shropshire, Inglaterra, em 12 de fevereiro de 1809. Ele foi o quinto dos seis filhos do médico Robert Darwin e sua esposa Susannah Darwin.

Charles Darwin com sete anos, em 1816, um ano antes da morte da sua mãe.
Seu avô paterno foi Erasmus Darwin e seu avô materno, o famoso ceramista Josiah Wedgwood, ambos pertencentes à proeminente e abastada família Darwin-Wedgwood e à elite intelectual da época. Sua mãe morreu quando ele tinha apenas oito anos. No ano seguinte, em 1818, Darwin foi enviado para a escola Shrewsbury. Ali, ele só se interessava em colecionar minerais, insetos e ovos de pássaros, caça, cães e ratos.
Em 1825, depois de passar o verão como médico aprendiz ajudando o seu pai no tratamento dos pobres de Shropshire, Darwin foi estudar medicina na Universidade de Edimburgo. Contudo, sua aversão à brutalidade da cirurgia da época levou-o a negligenciar os seus estudos médicos.
Na universidade, ele aprendeu taxidermia com John Edmonstone, um ex-escravo negro, que lhe contava muitas histórias interessantes sobre as florestas tropicais na América do Sul. Em seu segundo ano, Darwin se tornou um ativo participante de sociedades estudantis para naturalistas.
Participou, por exemplo, da Sociedade Pliniana, onde se liam comunicações sobre história natural. Durante esta época, ele foi pupilo de Robert Edmund Grant, um pioneiro no desenvolvimento das teorias de Jean-Baptiste Lamarck e do seu avô Erasmus Darwin sobre a evolução de características adquiridas.
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Evolução vs Criação – Darwin Estava Errado? Parte 2 de 5
fevereiro 12, 2009 · Deixe um comentário
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Bicentenário de Darwin – Animação em Flash
fevereiro 12, 2009 · Deixe um comentário
Segundo a teoria do naturalista inglês Charles Darwin todos os seres vivos, incluindo os seres humanos, descendem de ancestrais comuns que viveram há milhões e milhões de anos.

Fonte: Revista Veja, 15/3/2000
Clique abaixo, assista e ouça.
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Evolução vs Criação – Darwin Estava Errado? Parte 1 de 5
fevereiro 12, 2009 · Deixe um comentário
Documentário do National Geographic Channel sobre um dos temas mais polêmicos da atualidade.
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Segunda carta de Darwin antecipando teoria das espécies
fevereiro 11, 2009 · Deixe um comentário
A Errima Darwin,
5 de julho de 1844 Down.
Minha Querida Emma.
Acabo de terminar meu esboço de minha teoria sobre as espécies. Se, como creio, minha teoria for verdadeira, e se ela for aceita até mesmo por um só juiz competente, isso será um passo considerável na ciência. Portanto, redijo isto, para a eventualidade de minha morte súbita, como meu mais solene e último pedido, que estou certo de que irás considerar da mesma forma que se eu o houvesse incluído legalmente em meu testamento: que dediques 400£ à publicação dela e, além disso, que te empenhes pessoalmente, ou através de Hensleigh, em promovê-la.
Desejo que meu esboço seja entregue a uma pessoa competente, juntamente com essa soma, para induzi-la a se empenhar em seu aprimoramento e ampliação.- Dôo a essa pessoa todos os meus Livros de História Natural que estão anotados ou trazem referências no rodapé das páginas, rogando-lhe que examine considere essas passagens, cuidadosamente, como de fato estando relacionadas ou podendo estar relacionadas com esse assunto.
Desejo que faças uma lista de todos esses livros, como uma tentação para um Organizador. Peço também que lhe entregues todos aqueles fragmentos divididos em mais ou menos oito ou dez Pastas de papel pardo:- Os fragmentos com citações copiadas de diversos livros são os que poderão ajudar meu Organizador. – Peço também que tu (ou um amanuense) ajudes a decifrar qualquer dos fragmentos que o Organizador julgue que possam ser úteis- Deixo a critério dele a decisão de intercalar esses dados no corpo do texto, ou como notas, ou em apêndices.
Uma vez que o exame das referências e dos fragmentos será um trabalho prolongado, e uma vez que a correção e ampliação e alteração de meu esboço também levarão um tempo considerável, deixo essa soma de 400£ como uma pequena remuneração e um benefício a ser extraído desse trabalho- Considero que, em razão disso, o Organizador assumirá o compromisso de mandar publicar o esboço, seja numa Editora, seja por sua conta e risco. Muitos dos fragmentos que se encontram nas Pastas contém [sic] simples sugestões grosseiras e idéias iniciais, que já agora são inúteis, e é provável que muitos dos dados revelem não ter nenhuma relação com minha teoria.
Com respeito aos Organizadores.- 0 Sr. Lyell seria o melhor, caso se disponha a aceitar esse encargo: creio que ele julgaria o trabalho agradável aprenderia alguns fatos que lhe seriam inéditos. Pois que o Organizador deve ser geólogo, além de naturalista. A segunda melhor opção como Organizador seria o Pro-fessor Forbes, de Londres. A opção seguinte (e muito melhor, sob vários aspectos) seria o Professor Henslow?. 0 Dr. Hooker talvez se dispusesse a corrigir a Parte de Botânica, provavelmente – e serviria como Organizador- 0 Dr. Hooker seria ótimo.
A opção seguinte, o Sr. Strickland.- Se [nenhum] destes se dispuser a cuidar desse trabalho, rogo-te que consultes o Sr. Lyell, ou algum outro homem competente, para encontrar um Organizador que seja geólogo & naturalista. …
Minha querida Esposa,
Do afet{uosamente} teu,
C. R. Darwin
::Se houver alguma dificuldade de conseguir um organizador que se disponha a examinar o assunto minuciosamente, e a refletir sobre a relação entre os trechos assinalados nos Livros e copiados em pedaços de papel, então, que meu esboço seja publicado como está, com a declaração de que foi redigido anos atrás e de memória, sem a consulta de quaisquer livros e sem nenhuma intenção de ser publicado em sua forma atual …
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Carta de Darwin antecipando a teoria das espécies
fevereiro 10, 2009 · Deixe um comentário
1844
A J. D. Hooker
11 de janeiro de 1844
1 Down. Bromley, Kent Quinta-feira
Meu prezado Senhor,
Devo escrever para vos agradecer por vossa última carta; e para dizer o quanto todas as vossas idéias e dados me interessam.-Tenho que pedir licença para dar minha interpretação pessoal do que dizeis sobre “não ser um bom organizador de pontos de vista amplos”: – que é que não vos entregais às especulações desconexas que são tão facilmente empreendidas por todo conhecedor superfi-cial e todo colecionador errante.-
Vejo a tendência acentuada para a generalização como um completo malefício– Peço-vos a gentileza de observar um pequeno fato para mim: se alguma espécie de planta característica de qualquer ilha, como as Galápagos, Sta. Helena ou a Nova Zelândia, onde não há quadrúpedes de grande porte, tem sementes recurvadas – com ganchos que, se observados aqui, seriam justificadamente considerados como adaptados para se prender à lã dos animais- Peço-vos ainda o obséquio de me informar, em algum momento (embora eu esteja esquecendo de que isso certamente aparecerá em vossa Flora da Antártida), se em ilhas como Sta. Helena, as Galápagos e a Nova Zelândia, o número de famílias e gêneros é grande em comparação com o número de espécies, como acontece nas ilhas de coral e, segundo creio(?), nos pontos mais remotos das terras árticas.
Decerto isso é o que acontece com as conchas Marinhas nos pontos mais distantes dos mares árticos.- Porventura suponde que a escassez numérica de espécies, proporcionalmente ao número de grandes grupos nas ilhotas de Coral, deve-se ao acaso, que faz que sementes de todas as ordens sejam levadas a esmo para esses novos locais, como presumi?
Já haveis coletado conchas marinhas na região de Kerguelen? Eu gostaria de saber qual o caráter delas. … A parte meu interesse geral pelas terras do sul, tenho agora estado empenhado, desde minha volta, num trabalho muito pretensioso, e que não conheço nenhum indivíduo que não chamasse de uma grande tolice- Fiquei tão impressionado com a distribuição dos organismos nas Galápagos e com o caráter dos mamíferos fossilizados americanos, que decidi coletar às cegas toda sorte de dados que pudessem ter alguma relação com o que são as espécies.
Li pilhas de livros de agricultura e horticultura, e nunca parei de colecionar dados Por fim, surgiram alguns raios de luz, & estou quase convencido (contrariando a opinião com que comecei) de que as espécies não são (isto é como confessar um assassinato) imutáveis. Deus me livre do disparate lamarckiano de uma “tendência para o progresso”, de “adaptações oriundas da vontade lenta dos animais” – mas as conclusões a que sou levado não diferem muito das dele – embora os meios da mudança sejam inteiramente diferentes.
Creio haver descoberto (isso é que é presunção!) a maneira simples pela qual as espécies adaptam-se primorosamente a diversas finalidades. Agora haveis de dar um suspiro e pensar com vossos botões: “que homem é esse com quem venho desperdiçando meu tempo ao lhe escrever{?}- É o que eu teria pensado, cinco anos atrás. … Recebei, meu prezado Senhor,
Minhas mui atenciosas saudações,
C. Darwin
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Origens da Origem
fevereiro 10, 2009 · Deixe um comentário
De como Charles Darwin concebeu A Origem das Espécies
e aprofundou suas teses
Embora os gênios costumem ser representados como pessoas “inspiradas”, que têm idéias brilhantes a partir do vácuo, o fato é que quase sempre o inverso é verdadeiro. Em vez de ser atingidos por um raio fulminante, homens que entram para a História como luminares trabalham anos e anos em suas teses revolucionárias.
O naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882) é um ótimo exemplo disso. Ele ficou conhecido como o pai do evolucionismo. Sua teoria diz que as várias espécies de vida não foram criadas já “prontas”, mas evoluíram no correr das eras, obedecendo ao princípio da “seleção natural”. Quando Darwin é mencionado, é inevitável que logo em seguida surja o nome de sua obra-prima, A Origem das Espécies (1859), em que ele condensou suas idéias pela primeira vez.
Clique nos animais e obtenha as informações
Mas Darwin não foi autor de um livro só. Ele trabalhou na teoria da evolução por vinte anos, antes de publicá-la. E, nos anos que se seguiram a 1859, continuou apurando seus argumentos. Será que é importante conhecer os textos que vieram antes e depois de A Origem das Espécies? É claro que sim, e uma prova em dose dupla acaba de chegar às livrarias. O Darwin “aprendiz” está em As Cartas de Charles Darwin (tradução de Vera Ribeiro; Unesp/Cambridge; 339 páginas; 32 reais), uma excelente coletânea que cobre os anos de 1825 a 1859.
Já o Darwin maduro, que aprofunda suas teses, está em A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais (tradução de Leon de Souza Lobo Garcia; Companhia das Letras; 376 páginas; 26 reais), um clássico traduzido pela primeira vez para o português.
Fonte: Veja, 15/3/2000
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